
Após uma semana, o “CQC”, enfim, mostrou a reportagem que havia sido impedida de ir ao ar. A matéria mostrou o programa fazendo a doação de uma TV e o aparelho, equipado com um GPS, indo parar na casa de uma funcionária da escola de Barueri (SP), Tarso de Castro. Os repórteres foram atrás e conseguiram flagrar o momento em que esta funcinária da escola retira o televisor de sua residência, com a desculpa que o aparelho não estava sintonizando e que precisava de uma manutenção.
Após muita disse me disse, a TV foi devolvida e Danilo Gentili entrevistou o prefeito da cidade, Rubens Furlan, que chamou várias vezes os ‘homens de preto’ de ‘babacas’, ‘malandros’ e ’sem talento’.
No final da entrevista, Furlan cumprimentou Gentili – após afirmar que não cumprimentava ‘babacas’ – e tentou apagar as ofensas ao grupo liderado por Marcelo Tás – a quem chamou de ‘careca babaca’.

O “CQC” merece aplausos não só pela denúncia grave, mas como também ‘peitar’ a prefeitura de Barueri e mostrar todas as declarações ofensivas de Rubens Furlan à equipe de apresentadores. Deve-se também ao respaldo da Bandeirantes, conhecida pela liberdade da informação e da falta de ‘rabo preso’ com esse ou aquele partido.
A audiência superou a reestreia e marcou média de seis pontos, ficando em 3º lugar, à frente do SBT, que teve quatro com o programa ‘Hebe’.
E parabéns para Mônica Iozzi entrevistando políticos no Congresso Federal, em Brasília, no ‘CQC’ de segunda-feira. A moça de preto finalmente está totalmente antenada ao ritmo do humorístico e a cada semana está se superando.
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